Organize marmitas saudáveis e seguras para economizar

Editoria: Economia

A rotina de trabalho e estudo é uma das questões que impossibilita manter a alimentação saudável, mas montar marmitas é uma forma de se alimentar bem e economizar tempo e dinheiro. Com organização e planejamento, é possível preparar refeições para vários dias e em poucas horas. Neste caso, a comida deve ser feita em grandes …

A rotina de trabalho e estudo é uma das questões que impossibilita manter a alimentação saudável, mas montar marmitas é uma forma de se alimentar bem e economizar tempo e dinheiro.

Com organização e planejamento, é possível preparar refeições para vários dias e em poucas horas. Neste caso, a comida deve ser feita em grandes quantidades e em um único momento.

Para isso, comece pelos pratos que demoram mais tempo no forno e, ao mesmo tempo, você pode fazer outros enquanto eles ficam prontos.

Abaixo, listamos algumas dicas para te ajudar:

  1. Coloque abóboras, cenouras, berinjelas, brócolis e abobrinhas lado a lado para assar por 50 minutos em forno preaquecido a 180ºC;
  2. Utilize os legumes em diferentes preparos e acrescente cebola, tomate, alho, entre outros, para incrementar; 
  3. No caso de proteínas, como carnes e frango, podem ser adicionadas em panquecas, picadinhos e strogonoff;
  4. Durante o manuseio, preserve pela higiene e conservação correta dos alimentos. O ideal é separar as refeições em recipientes e congelá-las;
  5. Verifique os recipientes a ser usados: é recomendado os potes de vidro que vão do freezer ao micro-ondas, pois os de plástico, quando aquecidos, contaminam os alimentos com substâncias prejudiciais ao organismo, como ftalatos e bisfenol;
  6. Utilize, se possível, dois potes: um para comida que requer aquecimento e outro para aquelas que não precisam, como saladas e frutas;
  7. Evite molhos com leite e ovos, como maionese e molhos com creme de leite, pois há chances de estragar, se não estiverem em temperatura adequada;
  8. Caso precise congelar a marmita, saiba que alguns preparos ficam ruins após o descongelamento, com aspecto borrachudo ou gosto ruim. Deste modo, evite:
  • Vegetais folhosos crus - eles murcham e perdem o sabor;
  • Batata inglesa, tomate, omelete e ovos - ficam borrachudos e saltam água ao descongelar;
  • Carnes fritas ou empanadas - alteram o sabor depois do descongelamento e contêm grande quantidade de gorduras. Prefira as preparações cozidas ou assadas.
Imagem ilustrativa - Sesi-SP
  1. Divida a marmita em quatro partes;
  2. Em ¼ coloque alimentos que são fontes proteicas como: carnes, frangos, ovos e leguminosas (feijão, grão de bico, soja e ervilha - opções que também servem aos vegetarianos). A inclusão destes alimentos ajuda na construção e reparo dos tecidos no corpo; 
  3. Na outra parte, adicione alimentos energéticos, pois possuem carboidratos e gorduras, e nos dão energia nas atividades diárias, como: arroz, batatas e outros tubérculos, pães e diferentes tipos de massas;
  4. Nos 2/4 restantes, capriche nas verduras e legumes. Estes alimentos são ricos em nutrientes e fibras, e auxiliam no bom funcionamento do organismo;
  • Lembre-se: salada crua deve ser colocada em um recipiente separado. Tempere apenas na hora de consumir para as folhas não murcharem.

Exemplos de marmitas saudáveis de acordo com as sugestões acima

Opção 1 Arroz, feijão, omelete de peixinho + salada de alface, tomate, cenoura e beterraba raladas.
Opção 2Creme de abóbora, sobrecoxa de frango ao molho de laranja, e legumes cozidos no vapor como vagem, brócolis, cenoura e couve-flor + salada de bifum com legumes e talos.
Opção 3Batata inglesa gratinada, carne de panela com legumes e iogurte + salada de rúcula, alface e tomate.
Opção 4Prato único como o escondidinho diferente ou o arroz picante com frango + salada de repolho roxo, cenoura ralada, agrião e tomate cereja.

Marmita segura

Manter os cuidados durante o preparo e o armazenamento das refeições ajuda a evitar a contaminação e o desperdício, que ocorre em toda cadeia de produção, e causa impactos financeiros e ambientais. 

A fim de garantir a segurança e a qualidade dos alimentos, confira algumas dicas de como usar a geladeira e o freezer para conservar as marmitas:

  1. Após a montagem das marmitas, armazene imediatamente na geladeira e consuma em até 3 dias. Ao retirar da geladeira, coma em até 2 horas;
  2. Durante o preparo de saladas, lave-as em água corrente e deixe de molho por 15 minutos em solução clorada: despeje em 1 litro de água, 10 ml ou 1 colher de sopa rasa de hipoclorito de sódio ou água sanitária para uso geral;
  3. Ao transportar a marmita, conserve em uma embalagem térmica para manter a temperatura e evitar alterações de sabor, cor e textura. Consuma em até 4 horas;
  4. O aquecimento da marmita deve ser feito no micro-ondas de 1 a 2 minutos, dependendo da potência do aparelho, ou em banho-maria. Após a fervura da água, deixe a marmita por cerca de 20 minutos. Consuma em no máximo 1 hora;
  5. Para que os alimentos não ressequem quando esquentar, use o botão de descongelamento do micro-ondas, pois evita que parte da comida superaqueça e o restante continue fria;
  6. Caso não tenha micro-ondas ou outro meio para aquecer a refeição, prepare uma salada completa:
  • Insira no pote da salada um carboidrato integral que seja gostoso de consumir frio, como tabule de quinoa ou alguma raiz cozida, milho verde, por exemplo;
  • Adicione uma proteína, como frango desfiado, atum ou sardinha;
  • Para completar a refeição, coloque leguminosas, como grão de bico, soja e ervilha
  • Diversifique o sabor com diferentes molhos, granola salgada ou mix de sementes.

Economia na hora das refeições 

  1. Durante o planejamento das refeições, inclua o aproveitamento integral de alimentos, como cascas, sementes e talos. Esta é uma das possibilidades da nutrição que desperta uma nova relação de consumo e impede o desperdício;
  2. Escreva a lista de compras antes de ir ao supermercado para evitar gastos desnecessários;
  3. Os chamados alimentos “imperfeitos”, com aspecto diferente do padrão dos convencionais, possuem o mesmo valor nutricional e geralmente são mais baratos.

Opções para a hora do lanche

Nas pausas durante o trabalho, também é importante escolher lanches saudáveis e nutritivos. O portal Alimente-se Bem separou três receitas para te ajudar na organização.

Bolo nutritivo de abobrinha

Pão de cascas de frutas 

Geleia de beterraba e banana

Práticas de aproveitamento de alimentos, horta caseira e compostagem para reduzir o desperdício

Editoria: Economia

A cada dia o preço dos alimentos aumenta, o que dificulta o abastecimento e o consumo por parte da população, bem como é um reflexo de fatores políticos, econômicos, sociais e ambientais.  Por outro lado, os alimentos que você descarta contribui com o volume de desperdício, que ocorre em toda cadeia de produção, e causa …

A cada dia o preço dos alimentos aumenta, o que dificulta o abastecimento e o consumo por parte da população, bem como é um reflexo de fatores políticos, econômicos, sociais e ambientais. 

Por outro lado, os alimentos que você descarta contribui com o volume de desperdício, que ocorre em toda cadeia de produção, e causa perdas significativas:

  • O cenário provoca insegurança alimentar em muitas pessoas, pois dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e a Agricultura (FAO) apontam que há aproximadamente 927 milhões de pessoas com fome no mundo;
  • No Brasil, este número era de 10 milhões, em 2018, e, depois de dois anos, passou para 19 milhões, quase 10% da população, segundo pesquisa da VigiSAN, que monitora a condição alimentar e nutricional. Os dados ainda indicam que as regiões Norte e Nordeste são as mais afetadas;
  • Ao mesmo tempo, 33% de toda a produção mundial de alimentos é desperdiçada por ano e, deste número, 1,3 bilhão de toneladas de alimentos é jogado ao lixo. 

Cadeia de produção e desperdício

Atualmente, o Brasil está entre os 10 países que mais desperdiçam comida, pois cerca de 15 milhões de toneladas de alimentos são jogadas fora por ano. A pesquisa Diálogos Setoriais União Europeia-Brasil, da Embrapa e FGV, com base em 2018, mostra que uma família média brasileira descarta quase 130 quilos de comida por ano. 

De acordo com a Analista de Responsabilidade Social do Sesi-SP, Luna Monteagudo de Campos, é preciso aprimorar os sistemas de produção, logística, destinação e o comportamento do consumidor final. “Parece inofensivo, mas a fruta deixada na fruteira ou o potinho de comida esquecido na geladeira possuem impactos ambientais”, diz.

As perdas ocorrem em várias etapas em que o alimento percorre até chegar à mesa do consumidor. Calcula-se que aproximadamente:

  • 10% da produção é perdida ainda na colheita;
  • 50% no manuseio e transporte;
  • 30% nas centrais de abastecimento (Ceasas);
  • 10% são desperdiçados em supermercados, serviços de alimentação e domicílios.

Fórmula de desperdício doméstico: Se cada brasileiro produz pouco mais de 1 quilo de resíduo doméstico por dia, isso significa que uma pessoa com 70 anos produzirá cerca de 25 toneladas de resíduos durante a vida.

O problema é agravado quando multiplicado pela população inteira. O ponto é que parte significativa destas toneladas poderiam suprir a fome de milhões de pessoas, já que a maioria dos insumos que vai para o lixo são partes comestíveis de alimentos, que são descartadas pela falta de conhecimento sobre o uso e o consumo adequado.

O desperdício de alimentos é tema que atinge, em menor ou maior grau, a todos os países. Por isso, Luna destaca a Agenda 2030 da ONU, que foi lançada em setembro de 2015. 

“O documento possui 17 objetivos gerais, popularmente conhecidos como os ODS - Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Uma das metas (12.3) é reduzir pela metade o desperdício alimentar global per capita no varejo e no nível do consumidor, bem como diminuir as perdas ao longo das cadeias de produção e fornecimento”, explica

“É importante ressaltar que o cumprimento da Agenda trata-se de uma responsabilidade de todos os componentes da sociedade: governo, setor empresarial e sociedade civil”, afirma Luna. 

Práticas em casa 

Uma das formas para evitar o desperdício doméstico é aproveitar o alimento integralmente, mas há outras maneiras também, assim como descreve a analista:

  • Realizar compostagem caseira: A prática é uma das melhores opções para a gestão de resíduos orgânicos, pois transforma as sobras em adubo fertilizante, por meio da decomposição de materiais orgânicos. 

Este método diminui o volume de resíduos depositados nos aterros sanitários e a emissão de gases de efeito estufa que afetam as mudanças climáticas, bem como contribui com a sustentabilidade na adubação de plantas e hortas caseiras.

Neste processo, não são todos os restos de alimentos indicados para a compostagem. As frutas cítricas, os laticínios e as carnes, por exemplo, se decompõem lentamente, causa mau cheiro e atrai animais indesejados;

Ao cozinhar, selecione os produtos que comprou primeiro, confira a data de validade e armazene por ordem de prazos. Caso queira conservar por mais tempo os alimentos frescos, utilize a técnica de branqueamento para congelar

  • Praticar o consumo consciente: na hora da compra, cuidado com as promoções, elas podem fazer você adquirir mais do que o necessário. O ideal é usar as promoções para variar os alimentos que são consumidos com mais frequência. 

Ao servir, coloque quantidades menores no prato e repita, se ainda estiver com fome. Isso vale para as refeições feitas em casa ou fora. É melhor repetir do que jogar os alimentos no lixo.

Horta caseira

Segundo Luna, cultivar uma horta contribui com a preservação ambiental e a saúde mental, pois ajuda a reduzir o estresse e a ansiedade. Abaixo, ela separou alguns benefícios e dicas sobre o plantio em casa:

  • Evita o uso de agrotóxicos: diferente da agricultura intensiva, a horta caseira não utiliza produtos químicos, por isso fornece alimentos mais frescos e orgânicos;
  • Reduz a utilização de embalagens: o Brasil está em quarto lugar como gerador de resíduo plástico do mundo e recicla apenas 1,3%;
  • Diminui a emissão de gases poluentes na cadeia produtiva: a decomposição de resíduos nos aterros sanitários produz metano - um gás potente de efeito estufa - bem como evita as emissões de gases poluentes provindas das etapas de transporte e embalagens;
  • Minimiza o uso de recursos naturais: ao comprar alimentos e desperdiçar, todos os recursos usados na produção também se perdem, como água e energia;
  • Melhora qualidade do ar: à noite as folhas liberam gás oxigênio (processo de fotossíntese);
  • Alimentos indicados para iniciar uma horta: tomate, cenoura, pimenta, alface, couve, cebolinha, salsinha e manjericão.

Aproveitamento integral de alimentos 

O Alimente-se Bem enumerou algumas dicas para você evitar o desperdício e economizar ao utilizar o alimento em sua integralidade: 

  1. Na feira livre, peça aos comerciantes que não retirem talos e folhas das hortaliças;
  2. Opte por comprar vegetais menos maduros, caso o consumo não seja imediato;
  3. Não se apegue ao formato dos alimentos, pois as imperfeições também são bem-vindas;
  4. Atente-se às formas adequadas de armazenamento de frutas, legumes e verduras;
  5. Faça uso das partes não convencionais dos alimentos, como folhas, talos, cascas e sementes;
  6. Confira o menu Receitas do portal do Alimente-se Bem para aprender novas preparações saudáveis, nutritivas e sustentáveis.

Para saber mais sobre os benefícios do aproveitamento de partes não convencionais, acesse e faça o download do e-book: Tabela de composição das partes não convencionais dos alimentos

Cursos gratuitos e on-line ensinam aproveitamento integral de alimentos, montagem de cardápio e práticas de manipulação

Editoria: Economia

Durante a pandemia, muitas pessoas investiram no empreendedorismo, com o preparo de pães, bolos, doces e marmitas, para obter ou aumentar a renda.  Essa prática ainda continua em algumas famílias brasileiras, por isso o Sesi-SP disponibiliza três cursos gratuitos na área de Nutrição sobre alimentação saudável e econômica, planejamento de cardápio e manipulação de alimentos.  …

Durante a pandemia, muitas pessoas investiram no empreendedorismo, com o preparo de pães, bolos, doces e marmitas, para obter ou aumentar a renda. 

Essa prática ainda continua em algumas famílias brasileiras, por isso o Sesi-SP disponibiliza três cursos gratuitos na área de Nutrição sobre alimentação saudável e econômica, planejamento de cardápio e manipulação de alimentos. 

  • Alimente-se Bem: Alimentação saudável e de baixo custo, como fazer?

Elaborado com base no Programa Alimente-se Bem, o curso aborda o aproveitamento integral de alimentos, por meio de preparações culinárias; redução de custos; alimentação saudável; conceitos sobre desperdício e dicas de uso inapropriado de alimentos. 

  • Planejamento e elaboração de cardápios

Neste curso você terá acesso aos subsídios técnicos de como planejar e elaborar um cardápio adequado nos quesitos de dietética e culinária; desenvolvimento de habilidades apropriadas à rotina de produção em serviços de alimentação; termos culinários e prevenção de acidentes de trabalho.

  • Boas práticas na manipulação de alimentos

Orienta sobre as exigências de organização e higiene no processo de manipulação de alimentos nos estabelecimentos; apresenta as formas adequadas de atender às determinações da Vigilância Sanitária; aborda as doenças transmitidas pelos alimentos e os tipos de contaminação; e os cuidados de saúde e segurança de quem produz, comercializa e consome os produtos.

Os cursos são on-line, possuem carga horária entre 4 e 8 horas e se o participante desejar, pode receber o certificado ao final. 

As aulas podem ser uma oportunidade para seu crescimento profissional ou pessoal, seja você dono do próprio negócio ou alguém que busca aprendizado na área de alimentação e nutrição. Acesse os cursos em: https://www.sesisp.org.br/para-voce/eadcapacita

Páscoa econômica e saborosa: receitas de chocolate adicionam aproveitamento integral de alimentos

Editoria: Economia

Chocolate ao leite; meio amargo e branco; com castanhas e nozes; ou sem açúcar e lactose, as opções são diversas e para todos os gostos. Por isso, nesta Páscoa, vamos mostrar a vocês quais são os tipos de chocolate mais saudáveis, a partir das porcentagens de cacau, e apresentar algumas sugestões de receitas com baixo …

Chocolate ao leite; meio amargo e branco; com castanhas e nozes; ou sem açúcar e lactose, as opções são diversas e para todos os gostos. Por isso, nesta Páscoa, vamos mostrar a vocês quais são os tipos de chocolate mais saudáveis, a partir das porcentagens de cacau, e apresentar algumas sugestões de receitas com baixo custo e que utilizam o aproveitamento integral de alimentos.

Atualmente, as opções de chocolate mais conhecidas são:

  • Chocolate ao leite: possui aproximadamente 25% de cacau na composição;
  • Chocolate branco: obtido a partir da mistura de pelo menos 20% de manteiga de cacau com outros ingredientes;
  • Chocolate meio amargo e amargo: com 35% ou mais de cacau.

A categoria ao leite é a mais consumida pelos brasileiros e possui o meio termo entre as quantidades de gordura e açúcar do chocolate branco. Por sua vez, o chocolate branco apresenta maior quantidade destes ingredientes na composição, já que dispõe de manteiga de cacau em sua base.

Receitas 

Com o aumento dos preços dos Ovos de Páscoa, você pode substituir ou complementar as sobremesas do domingo de Páscoa com outras opções de chocolate. A seguir, sugerimos quatro receitas econômicas e que aproveitam integralmente o alimento:

Trufa com recheio de doce de abóbora

Trufa com recheio de doce de casca de abacaxi 

Palha brasileira com brigadeiro de casca de banana

Bolo econômico de chocolate

Para degustar estas preparações, separamos um podcast que orienta a comer o chocolate sem exageros, acesse aqui

Benefícios do cacau

O cacau possui magnésio, fibras e ferro, e, por conter propriedades antioxidantes, ajuda a proteger as células contra o envelhecimento, bem como:

  • Proporciona sensação de bem-estar;
  • O consumo moderado melhora o fluxo sanguíneo;
  • Contribui para a saúde cerebral; 
  • Reduz o estresse e alivia dores.

Produção

No Brasil, os maiores produtores de cacau são os estados da Bahia e do Pará, e mundialmente o país ocupa o sétimo lugar de exportação do fruto, com cerca de 250 mil toneladas ao ano. Neste meio, o número de produtores artesanais e nacionais aumenta gradativamente para disputar espaço com grandes marcas do mercado brasileiro.

Com a produção artesanal, surgiu o conceito de “bean to bar”, em que a fabricação é feita desde a amêndoa integral do cacau até a barra de chocolate, sem segmentação de processos e aditivos artificiais, bem como contribuiu com a sustentabilidade e a economia dos pequenos produtores de cacau. Se quiser saber mais, acesse: Associação Bean to Bar Brasil

História do chocolate

No início, o chocolate era produzido pelos indígenas no México, principalmente os maias e os astecas, mas não da forma que conhecemos hoje. Era feito a partir da fermentação das sementes do fruto do cacaueiro - árvore considerada sagrada - fornecia uma bebida escura e amarga, que era oferecida aos deuses e proporcionava energia e vigor àqueles que a consumiam.

Para os nativos, as sementes possuíam um grande valor agregado e serviam como moeda de troca em suas transações.

Com a chegada de Cristóvão Colombo à América, o cacau foi levado à Europa e tornou-se uma especiaria muito apreciada. Contudo, somente em 1870, o chocolateiro suíço, Daniel Peter, adicionou leite à mistura de cacau com açúcar e originou o chocolate ao leite.

Hoje, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) define como chocolate o produto obtido a partir da mistura de derivados de cacau com outros ingredientes e deve conter, no mínimo, 25% de sólidos totais de cacau, e pode apresentar recheio, cobertura, formato e consistência variada.

Feriado de Páscoa: opções de pratos com peixes da safra ajudam a economizar na hora da compra

Editoria: Economia

Na Semana Santa, muitas pessoas consomem peixes, pois o costume está atrelado à religiosidade e à cultura. Outro motivo, é que a busca por pescados cresceu devido ao aumento dos preços da carne vermelha e dentre as variedades  mais procuradas pelos brasileiros estão: tilápia, sardinha, pirarucu, salmão e atum.   Com a crescente popularização dos …

Na Semana Santa, muitas pessoas consomem peixes, pois o costume está atrelado à religiosidade e à cultura. Outro motivo, é que a busca por pescados cresceu devido ao aumento dos preços da carne vermelha e dentre as variedades  mais procuradas pelos brasileiros estão: tilápia, sardinha, pirarucu, salmão e atum.  

Com a crescente popularização dos peixes no cardápio, você também pode optar pelas espécies da safra, pois por conta da maior oferta dos produtos, os preços são mais baixos. Assim, em abril, é possível adquirir:

  • Cação;
  • Cavalinha;
  • Merluza;
  • Pacu;
  • Pescada;
  • Sardinha fresca.

Confira a sazonalidade dos pescados na tabela da Ceagesp 

Receitas

Para economizar com a compra dos peixes da estação, separamos três receitas que adicionam pescada e merluza que você pode preparar no almoço do feriado de Sexta-feira Santa e no domingo de Páscoa:

Peixe ao molho de maracujá

Pescada branca assada

Desfiado de peixe ao forno

Consumo de peixes nas regiões do Brasil

A cultura indígena na região Norte do país contribuiu para um rico legado culinário, principalmente no consumo de peixes. De acordo com a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), realizada pelo IBGE, entre 2017 e 2018, o volume de compra de peixes está concentrado nesta região, seguido pelo Nordeste, e depois pelas demais regiões, em uma média per capita.

RegiãoQuantidade de consumo por dia
Norte45 gramas
Nordeste18 gramas 
Centro-Oeste, Sudeste e Sulabaixo de 10 gramas

Atualmente, no Brasil, o consumo de pescados é próximo de 10 quilos per capita ao ano, porém ainda está abaixo do que orienta a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), que é de 12 quilos ao ano. 

Produção de peixes

O Norte e o Nordeste são as regiões de maior consumo, pois boa parte da economia é movimentada pelos povos ribeirinhos, que possuem a pesca artesanal como principal atividade de trabalho. Este tipo de pesca é feito de maneira sustentável, pois respeita os ciclos reprodutivos das espécies e a extração é em escala reduzida, com o uso de ferramentas tradicionais, como linha e anzol.

Contudo, com o passar dos anos, a produção de piscicultura - uma das atuações da aquicultura que trabalha com peixes de cultivo - cresce no país. Segundo dados publicados no Anuário 2022 Peixe BR da Piscicultura, em 2021, foram produzidas mais de 840 mil toneladas de peixes nativos e outras variedades nesta atividade. 

A tilápia está entre os principais peixes produzidos no Brasil. Em 2020, seis em cada dez tipos eram desta espécie e, em segundo lugar, foi classificado o tambaqui.

Se você quiser saber sobre os benefícios dos pescados à saúde, cuidados na hora da compra e dicas de preparo, acesse: Pescados: conheça os benefícios, os cuidados e aprenda novas receitas

Como congelar alimentos para evitar o desperdício e comer de forma saudável

Editoria: Economia

Com o trabalho remoto e a correria do cotidiano, as pessoas não têm muito tempo para preparar todas as refeições do dia e buscam como alternativas compras em aplicativos de delivery e consumo de alimentos processados. Uma solução mais saudável, econômica e que otimiza tempo, é conservar os alimentos em temperaturas baixas. Para te ajudar …

Com o trabalho remoto e a correria do cotidiano, as pessoas não têm muito tempo para preparar todas as refeições do dia e buscam como alternativas compras em aplicativos de delivery e consumo de alimentos processados.

Uma solução mais saudável, econômica e que otimiza tempo, é conservar os alimentos em temperaturas baixas. Para te ajudar neste processo, vamos abordar o passo a passo de técnicas de congelamento seguro, como o branqueamento, e dicas de quais alimentos que não podem ser congelados.

Benefícios de congelamento de alimentos 

  • Retarda o processo químico e microbiológico que deterioram os alimentos;
  • Auxilia no planejamento e organização semanal das refeições;
  • Facilita a variedade no cardápio;
  • Aumenta a frequência de consumo de hortaliças e frutas; 
  • Economiza gás e energia;
  • Diminui o desperdício e gastos quando congela alimentos adquiridos nas safras, atacados ou em promoções. Confira a tabela de safras dos produtos da Ceagesp

Processo seguro de congelamento de alimentos 

Congelamento:

  • A temperatura ideal do freezer é de -18ºC ou inferior;
  • Sempre que possível, descongele e limpe o freezer, pois mantém a higiene ao remover as camadas de gelo, bem como diminui o consumo de energia;
  • O congelamento é um meio de conservação dos alimentos, pois a temperatura baixa retarda o processo de deterioramento, evita a formação de água líquida e dificulta a multiplicação dos microorganismos.

Resfriamento:

  • Após o preparo, separe os alimentos em recipientes, deixe um espaço antes de tampar e aguarde até 30 minutos em temperatura ambiente para resfriar antes de congelar;
  • Nunca coloque alimentos quentes no freezer, pois pode comprometer a qualidade dos que já estão congelados e o funcionamento do equipamento.

Proteção e embalagem:

  • Os alimentos devem estar tampados em recipientes de plástico resistente, vidro temperado ou embalados em sacos próprios para congelamento simples ou fecho hermético.  

Identificação:

  • Para melhor controle, insira etiquetas nos produtos congelados com nome, data de produção e validade.

Validade: 

  • A validade dependerá do funcionamento do freezer.
Temperatura Validade 
Entre 0 e -5°C10 dias 
Entre - 6 e -10°C20 dias 
Entre - 11 e -18°C30 dias 
Entre - 18°C e inferior90 dias 

Descongelamento: 

  • Evite descongelar os alimentos em temperatura ambiente, como na pia ou ao sol, por exemplo. O ideal é colocar na geladeira para fazer em temperatura refrigerada ou aquecer diretamente; 
  • No descongelamento, há riscos de contaminação, pois a parte superior do alimento estará em uma temperatura maior do que a recomendada e isso facilita a multiplicação de microorganismos. Para elevar a temperatura de maneira segura, leve o alimento ao fogão; 
  • Uma vez descongelado, o produto não pode voltar ao freezer, exceto se for transformado em prato pronto, pois a quantidade de contaminação por microorganismo será maior do que ao descongelar em temperatura ambiente.

Técnica de branqueamento

O procedimento conserva os alimentos que serão congelados, pois inativa as enzimas que deterioram os produtos, durante e depois do preparo, e mantém a cor, textura, aroma, sabor e valores nutricionais.

Veja como fazer:

  • Lave, higienize, corte (se necessário) e escorra os legumes;
  • Aqueça uma panela de água em fogo alto;
  • Coloque os legumes no escorredor;
  • Assim que a água ferver, coloque o escorredor dentro da panela e deixe os legumes submersos;
  • Deixe o tempo necessário (pode variar de 2 a 10 minutos, conforme a quantidade e o tipo do alimento); 
  • Em seguida, o alimento deve ser resfriado em água com gelo, para que ocorra o choque térmico;
  • Escorra os legumes para retirar o excesso de água;
  • Após branquear e esfriar, coloque os legumes em recipientes e leve-os ao freezer. 

Alimentos que não podem ser congelados

Durante o congelamento, alguns alimentos perdem características de sabor, textura e valor nutritivo. São eles:

  • Os ingredientes que compõem o iogurte e a maionese que se separam e ficam com a aparência talhada;
  • O ovo que pode estourar a casa;
  • A gelatina, pois cristaliza;
  • O fermento fresco que perde parcialmente a capacidade de fermentação;
  • O chantilly, pois durante o descongelamento, a parte gordurosa se separa da líquida;
  • Os vegetais folhosos in natura, tomate cru, pepino e rabanete, que, após descongelados, têm sua coloração e sabor alterados, bem como murcham e amolecem.

Produtos da xepa: economia, aproveitamento integral de alimentos e receitas

Editoria: Economia

“Duas maças só pagam R$ 1,00”; “meia dúzia de laranja são R$ 3,00”; “bacia de batata paga só R$ 5,00” e “dois pés de alface são R$ 4,00”. Essas são as frases típicas e ofertas de fim de feira ou “xepa”, como é a expressão conhecida popularmente. As feiras livres ocorrem há muito tempo e …

“Duas maças só pagam R$ 1,00”; “meia dúzia de laranja são R$ 3,00”; “bacia de batata paga só R$ 5,00” e “dois pés de alface são R$ 4,00”. Essas são as frases típicas e ofertas de fim de feira ou “xepa”, como é a expressão conhecida popularmente.

As feiras livres ocorrem há muito tempo e são ótimas opções para quem deseja evitar filas, aproveitar promoções e consumir o tradicional pastel e caldo de cana. Na capital paulista, as feiras começaram em meados do século XVII e, hoje, já são cerca de 800 ao redor da cidade, com as mais conhecidas nos bairros da Liberdade, República, Pari e Pinheiros.

Segundo o Guia Alimentar para População Brasileira, morar em bairros ou ter acesso aos locais onde há feiras e mercados que comercializam frutas, verduras e legumes com boa qualidade tornam mais fácil manter hábitos de alimentação saudável. 

Hora da xepa

Ao final da feira, muitos alimentos são desperdiçados, mas quando o feirante oferece desconto nos produtos, não significa que os alimentos estão impróprios ao consumo e, sim, que é momento de aproveitar os preços baixos para economizar.

Abaixo, listamos seis dicas para você conhecer os benefícios econômicos e saudáveis que a xepa proporciona:

  1. Pesquise o horário de funcionamento da feira e programe para ir ao final;
  2. Antes de ir à feira, faça o planejamento da semana e leve a lista de compras, pois ajudarão a evitar desperdícios e comprar alimentos que não deva;
  3. Dê preferência aos alimentos da época que são mais saborosos e baratos, e possuem menor carga de agrotóxico;
  4. Observe as características dos produtos, como se não estão amassados ou com pontos de amadurecimento avançados. Você pode perguntar ao feirante sobre o amadurecimento dos alimentos para fazer a melhor escolha e o planejamento de consumo;
  5. Se comprou mais alimentos do que deveria, verifique a possibilidade de congelar ou doar para não desperdiçar;
  6. Sempre que possível, adquira os alimentos com as partes não convencionais, como talos, cascas e ramas, que muitas vezes são retirados pelos comerciantes e podem fazer parte de uma preparação. 

Confira algumas receitas com o aproveitamento integral de alimentos, planeje as compras e a ida à xepa.

Receitas

Risoto rosado

Carne ensopada com entrecasca da melancia

Sopa de cará com talos de brócolis

Farofa de casca de melão

Docinho verde

Ceia de natal: substitua os alimentos tradicionais e faça uma economia de mais de 40%

Editoria: Economia

Um dos momentos mais esperados pela família brasileira é a ceia de natal, mas com a pandemia e a alta dos preços dos alimentos, a festividade pode reduzir. Por isso, preparamos uma sugestão de cardápio econômico, com pratos saborosos e saudáveis que podem substituir as tradicionais preparações. São seis opções de receitas para 8 pessoas, …

Um dos momentos mais esperados pela família brasileira é a ceia de natal, mas com a pandemia e a alta dos preços dos alimentos, a festividade pode reduzir. Por isso, preparamos uma sugestão de cardápio econômico, com pratos saborosos e saudáveis que podem substituir as tradicionais preparações.

São seis opções de receitas para 8 pessoas, em que você consegue economizar mais de 40%, com custo que não passa de R$ 30,00 para cada convidado: substitua aves importadas, como Chester e peru, por frango; o conhecido salpicão, por salada carioquinha; o tradicional arroz à grega, por canjiquinha e a famosa sobremesa de pavê, por torta com sorvete caseiro. 

Cardápio de ceia de natal do Alimente-se Bem com custo para 8 pessoas 

Entrada: 

Salada carioquinha - R$ 14,74

Guarnição: 

Batata ao alecrim - R$ 14,66 

Canjiquinha fiesta - R$ 10,35

Prato principal: 

Pollo del contadino - R$ 110,46

Sobremesa: 

Cuca natalina - R$ 22,96

Torta de abóbora da vovó com sorvete de coco e gengibre - R$ 51,16

As sugestões equivalem a R$ 224,33, o que indica uma redução de aproximadamente 45%, comparado a uma ceia tradicional, que totaliza R$ 405,76 - um valor que representa cerca de R$ 50,00 para cada um. Além das receitas ajudarem na economia, elas incentivam a compra dos alimentos da safra e do produtor local. 

Dicas de saúde e segurança na hora da ceia  

Confira no vídeo cuidados para mais segurança e saúde na ceia de Natal algumas dicas ao circular e comer durante a ceia. 

Aproveitar frutas, legumes e verduras com maior oferta pode ajudar no orçamento do mês e beneficiar a saúde de toda a família

Editoria: Economia

Adotar um cardápio balanceado é essencial para ajudar  o bom funcionamento do organismo e melhorar a disposição. O consumo de frutas e hortaliças é fundamental para uma vida mais saudável. Porém, a alta nos  preços dos alimentos representa hoje o terceiro maior aumento mensal, segundo o índice do IBGE, atingindo de 0,13% entre abril e …

Adotar um cardápio balanceado é essencial para ajudar  o bom funcionamento do organismo e melhorar a disposição. O consumo de frutas e hortaliças é fundamental para uma vida mais saudável. Porém, a alta nos  preços dos alimentos representa hoje o terceiro maior aumento mensal, segundo o índice do IBGE, atingindo de 0,13% entre abril e maio, atrás apenas do crescimento dos gastos com habitação (0,42%) e transporte (0,14%).

Uma alternativa para manter a alimentação saudável sem prejudicar o orçamento é dar preferência para os alimentos da época, ou sazonais. Além de mais nutritivos e saborosos, acabam sendo mais baratos, pois demandam menos agrotóxicos e manejo humano para seu desenvolvimento. 

E, para que a economia seja ainda maior, aderir ao aproveitamento integral dos alimentos é uma ótima opção para otimizar o consumo. Podemos consumir as ramas (cenouras) ou folhas (como o rabanete e a beterraba), as sementes (da abóbora e do melão) e as cascas (da banana), enriquecendo muito o valor nutritivo das receitas e de quebra reduzindo o lixo, o que ajuda o ambiente! 

Difícil? Nada! O portal do Alimente-se Bem está cheio de receitas com aproveitamento integral de alimentos para te ajudar!

Para te inspirar, confira aqui a safra da estação e receitas com alimentos dessa época: maçã e couve-flor!

Geleia de casca de frutas

Carne havaiana

Sopa de couve flor com farofa de folhas

Sucoflor

Estrogonofe camponês

Pescados: conheça os benefícios, os cuidados e aprenda novas receitas

Editoria: Economia

Ricos em nutrientes fundamentais para o organismo, os pescados podem ser preparados de variadas formas e ter diversos sabores. Os peixes são os pescados mais consumidos pelos brasileiros. No entanto, esse grupo ainda inclui crustáceos (como camarões, caranguejos e siris) e moluscos (como polvos, lulas, ostras e mariscos). Apesar do nosso país possuir uma imensa …

Ricos em nutrientes fundamentais para o organismo, os pescados podem ser preparados de variadas formas e ter diversos sabores. Os peixes são os pescados mais consumidos pelos brasileiros. No entanto, esse grupo ainda inclui crustáceos (como camarões, caranguejos e siris) e moluscos (como polvos, lulas, ostras e mariscos).

Apesar do nosso país possuir uma imensa costa marítima e inúmeros rios de grande porte, na maior parte das regiões, a oferta de pescados é muito pequena e os preços são relativamente altos em relação às carnes vermelhas e de aves. Isso ajuda a explicar a baixa frequência de consumo de peixes, crustáceos e moluscos por aqui. Além disso, a dieta ocidental tem como base as carnes vermelhas, que são ricas em gordura saturada e causam doenças cardiovasculares.

A composição do pescado e seu valor nutritivo variam em vários fatores, como: espécie, idade, meio em que vive, tipo de alimentação, época de captura e peso. Em geral, a composição do pescado varia em proteína de 8 a 23%; em gordura, de 0,5 a 25%; e em carboidratos, em menos de 1%.

Os peixes são ricos em proteína de alta qualidade e em muitas vitaminas e minerais. Pela alta proporção de gorduras insaturadas, consideradas saudáveis, os peixes também podem substituir as carnes vermelhas de forma excelente.

Em qualidade nutricional, destacam-se peixes e crustáceos de águas muito frias dos oceanos Pacífico e Ártico, pois são as principais fontes dos ácidos eicosapentaenoico (EPA) e docosahexaenoico (DHA), assim como de gorduras conhecidas como ômega 3, que são responsáveis por prevenir as doenças cardiovasculares.

Apesar de ser um alimento muito saudável, o peixe é muito sensível e, por isto, alguns cuidados devem ser tomados:

  • Ao realizar a compra, observe a higiene do local e dos manipuladores, que devem usar jalecos e touca;
  • Programe-se para comprar o peixe e ir para casa. Pouco tempo fora da refrigeração já é o suficiente para que ele se deteriore;
  • No mercado, na peixaria ou na feira, os peixes devem estar em uma espessa camada de gelo;
  • O peixe deve ser descongelado em refrigeração, nunca em temperatura ambiente.
  • No caso do bacalhau, deve ser dessalgado também em refrigeração;
  • Na hora da compra, o peixe não deve ter coloração rosada e nem pontos pretos.
  • Os olhos devem estar brilhantes, sem pontos esbranquiçados e com preenchimento da órbita por completo (não devem estar murchos/secos);
  • Se possível, levante as guelras – as brânquias devem ter cor avermelhada.
  • As escamas devem estar firmes, resistentes e brilhantes;
  • O peixe tem cheiro de peixe ou de mar, mas o cheiro deve ser suave;
  • Preparou peixe e sobrou? Guarde imediatamente em refrigeração e, no momento de aquecer, a temperatura deve atingir no mínimo 70 graus.

Em cada canto do Brasil, os peixes ganham sabores e formas diferentes. Eles podem ser assados, grelhados, ensopados ou cozidos. Podem, ainda, ser usados como ingredientes de pirão e saladas e até servir como recheio de tortas. Em alguns lugares, ele é preparado com legumes como pimentão, tomate e cebola, e em outros é possível saboreá-lo com frutas, como banana e açaí.

Se a ideia é economizar, existem peixes que poderão substituir o bacalhau e que são também muito saborosos. Que tal preparar uma moqueca? Esse prato brasileiro aceita muito bem peixes como namorado ou pescada. Se quiser assar, aposte na tainha e na tilápia, e, para outros pratos, você pode experimentar o linguado, a tainha, o cação e especialmente a sardinha, que é um peixe com baixo custo e alto teor nutritivo!

Confira essas receitas econômicas com peixe que separamos para você saborear: