O chá nasceu na China e é uma das bebidas mais consumidas no mundo, devido ao sabor, aroma e propriedades medicinais. Atualmente, ele é apreciado em mais de 160 países, principalmente pelos asiáticos. Seja para receber uma visita, beber sozinho ou substituir pelo café, a hora do chá pode se tornar um momento especial e …
Atualmente, ele é apreciado em mais de 160 países, principalmente pelos asiáticos.
Seja para receber uma visita, beber sozinho ou substituir pelo café, a hora do chá pode se tornar um momento especial e mais nutritivo.
Para isso, o Alimente-se Bem ensinar 3 formas de preparo:
Infusão
O infusor é uma espécie de sachê
Infusor
Preencha a metade do infusor com a erva escolhida para que ela tenha espaço de se expandir;
Aqueça a água. Quando começar a subir as primeiras bolhas, apague o fogo e não deixe ferver para a infusão ficar mais aromática;
Despeje na xícara sobre o infusor. Abafe a mistura e deixe descansar por alguns minutos. Retire o infusor e deguste o chá.
Infusão com ervas soltas
A quantidade de erva colocada vai definir se a infusão ficará mais forte ou mais fraca. O ideal é utilizar de uma a duas colheres de chá para cada xícara.
Repita a forma de aquecimento da água feita com o difusor;
Despeje a água sobre a erva. Abafe a mistura e deixe descansar por alguns minutos. Coe e deguste o chá.
Cozimento ou decocção
Chás ajudam a aliviar gripes e resfriados
Ao utilizar ervas soltas e partes mais resistentes de alimentos, como as cascas e raízes, a melhor forma de preparo é a decocção.
A quantidade de erva vai determinar se a preparação ficará mais forte ou mais fraca. O indicado é usar entre uma e duas colheres de chá para cada xícara.
Para isso, ferva a erva com água por cerca de 10 minutos. Coe e deixe esfriar em uma temperatura agradável para beber.
Dica: Siga as orientações da embalagem e utilize água mineral filtrada para preparar.
Maceração
É o método em que as ervas são misturadas com água fria ou em temperatura ambiente, e depois maceradas. Assim, os nutrientes e o sabor são extraídos de forma mais suave.
Para isso, coloque as ervas secas em uma jarra ou recipiente de vidro. Despeje água fria, tampe e deixe as ervas de molho por cerca de 6 horas ou durante a noite.
Depois coe e, para dar um toque especial, adicione fatias de frutas, como limão ou laranja. Sirva ou coloque gelo para deixar mais refrescante.
Veja a seguir a ilustração desses métodos:
Receitas
Aproveite a estação fria para preparar um chá e reunir os amigos
Para variar no preparo de chás, o Alimente-se Bem separou quatro receitas:
Em agosto é comemorado o Dia dos Pais. E você sabia que o conceito paternidade é mais amplo? Paternidade: está relacionada ao ato de ser pai, independente do gênero ou formação de família; Paternidade ativa: envolve cuidado físico e emocional dedicados ao filho. A figura paterna, independente por quem é representada, é um exemplo de …
Em agosto é comemorado o Dia dos Pais. E você sabia que o conceito paternidade é mais amplo?
Paternidade: está relacionada ao ato de ser pai, independente do gênero ou formação de família;
Paternidade ativa: envolve cuidado físico e emocional dedicados ao filho. A figura paterna, independente por quem é representada, é um exemplo de comportamento e inspiração de vida;
Paternidade socioafetiva: é a construção de uma relação afetiva, entre pais e filhos, sem o vínculo biológico. O responsável nutre afeto e cuida das necessidades financeiras, intelectuais e emocionais da criança.
Alimentação e estilo parental
Os costumes da família podem influenciar na alimentação da criança
Quando uma criança começa a comer, não é apenas o sabor, o aroma e a textura dos alimentos que são novidades.
A relação entre ela e quem a alimenta também se amplia, e pode fazer com que a introdução alimentarnão flua adequadamente.
Outro fator, é que o ambiente familiar desempenha um papel importante na formação do comportamento, primeiras experiências, hábitos alimentares e estilo de vida das crianças.
Estudos indicam que os pais, cuidadores ou responsáveis pela alimentação da família podem facilitar o consumo de alimentos que não são saudáveis às crianças.
Com isso, podemos classificar o estilo parental e a prática alimentar em:
Responsivo
Orienta a alimentação da criança;
Estabelece limites;
Conversa sobre comida de forma positiva;
Reconhece os sinais de fome.
Controlador
Controla rigorosamente a alimentação da criança;
Restringe certos alimentos;
Pressiona a comer;
Suborna com recompensas para que ela coma;
Ignora os sinais de fome.
Permissivo ou indulgente
Não estabelece limites;
Alimenta a criança com o que, onde e quando ela quiser;
Prepara “comidas especiais” para agradar;
Ignora os sinais de fome.
Não envolvido ou passivo
Desiste da responsabilidade alimentar;
Não estabelece limites;
Ignora os sinais de fome ou as necessidades físicas e psicológicas da criança.
Orientar a alimentação da criança faz parte do estilo de pais responsivos
Os pais ou responsáveis com perfil responsivo ajudam os filhos em uma melhor compreensão de fome e saciedade, e a reconhecer quais alimentos são benéficos, além de facilitar experiências com novos alimentos e estabelecer padrões alimentares culturais e familiares.
Para ajudar nessa conduta, o Alimente-se selecionou algumas receitas saudáveis e que utilizam o aproveitamento integral:
Durante a introdução alimentar e a apresentação de novos alimentos, ao longo das fases de crescimento da criança, os pais ou cuidadores podem cometer alguns erros. O Alimente-se Bem elencou 7. São eles:
Desistir nas primeiras recusas;
Fazer ameaças;
Forçar a comer;
Liquidificar ou mascarar os alimentos;
Regredir na consistência;
Não dar exemplo de boa alimentação;
Não prestar atenção à refeição.
Então, o que os pais ou responsáveis podem fazer?
Dê exemplo de boa alimentação
Segundo o Guia Alimentar Brasileiro, a oferta de novos alimentos é um momento de aprendizagem para toda a família.
Por isso, o Alimente-se Bem separou 12 dicas para ajudar na formação do comportamento alimentar da criança:
Respeite os sinais de fome e saciedade;
Interaja com a criança durante a refeição;
Aumente, de forma gradual, a quantidade de alimentos no prato;
Trabalhe a aceitação de novos alimentos;
Não faça substituição da refeição por “alimentos especiais” (lanches, petiscos, bebidas ou doces);
Utilize alimentos in natura em preparações atrativas para crianças;
Estimule o consumo consciente, por meio de comportamentos e atitudes sustentáveis, como o aproveitamento integral de alimentos.
As formas de paternidade não dependem de gênero ou formação de família
Importante: Criança com alguma seletividade alimentar, é necessário procurar a orientação de um pediatra ou nutricionista para avaliação e diagnóstico correto, principalmente quando essa seletividade é persistente e aumenta ao longo do tempo.
Se curtiu, compartilhe o conteúdo com a família, que nasce da dedicação à criação dos filhos, independente da relação conjugal ou formato familiar.
Após consumir algum alimento, você já sentiu dor de cabeça, dor e desconforto abdominal, vômito, diarreia, coceira ou teve manchas vermelhas pelo corpo? Segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), esses sintomas estão ligados as alergias alimentares, em que o organismo dá uma resposta imunológica exacerbada, depois da ingestão ou contato com algum …
Após consumir algum alimento, você já sentiu dor de cabeça, dor e desconforto abdominal, vômito, diarreia, coceira ou teve manchas vermelhas pelo corpo?
Segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), esses sintomas estão ligados as alergias alimentares, em que o organismo dá uma resposta imunológica exacerbada, depois da ingestão ou contato com algum alimento.
Isso acontece, pois, o corpo identifica o alimento ou alguma substância contida na composição, como um “agente agressor”, e gera uma resposta de autodefesa não desejada, mas que serve como um sinal de alerta.
E, já que hoje, 8 de julho, é o Dia Mundial da Alergia, vamos explicar algumas reações das alergias alimentares.
Sintomas da alergia alimentar
Coceira pode ser um sinal de alergia alimentar
Os sintomas são variados e podem se manifestar desde manchas vermelhas até a um problema cardiovascular. Entre as possíveis reações destacam-se:
Gastrointestinal: diarreia e vômitos imediatos, ou horas e dias depois da ingestão. Leite e soja são os alimentos mais comum que causam esses sintomas. Em casos mais graves, podem ocorrer diarreia com ou sem sangue, refluxo intenso, perda de peso e vômitos prolongados;
Cutânea:manchas vermelhas locais ou espalhadas pelo corpo, inchaço nos olhos, bocas e orelhas, e coceira. No caso de muita coceira, é considerada dermatite atópica, e está associada as alergias nas formas mais graves;
Respiratória:falta de ar e chiado no peito podem ocorrer logo após o consumo do alimento. As pessoas com asma não controlada são mais suscetíveis a esses sintomas. No entanto, a asma e a rinite, dificilmente, são reações de alergia alimentar, quando não estiver acompanhada de alterações na pele e sintomas gastrintestinais;
Cardiovascular: pode ocorrer queda de pressão arterial, desmaio ou tontura. Em caso de os lábios ficarem roxo, é caracterizado o choque anafilático, e a forma mais grave da doença.
Crianças possuem mais alergia alimentar do que os adultos?
Estes alimentos podem causar reações alérgicas
No contexto mundial, a alergia alimentar é mais comum em crianças, com cerca de 8%, enquanto nos adultos essa taxa representa 2%.
Atualmente, é considerada um problema de saúde pública, por conta do aumento ao redor do mundo e a busca das pessoas, pelos profissionais de saúde, para confirmar o diagnóstico.
Na infância, os alimentos mais responsáveis pelas alergias são: leite de vaca, ovo, trigo e soja. Entretanto, menos de 10% dos casos persistem até a vida adulta.
Já nos adultos, os alimentos mais identificados são: amendoim, castanhas, peixes e frutos do mar.
Alergia alimentar x Introdução alimentar
É importante a criança experimentar diferentes alimentos
Durante a primeira infância, a maioria das alergias alimentares é pela dificuldade de comunicação, por isso que a introdução alimentar deve ser feita de maneira adequada.
Um fator preventivo contra o aparecimento desses casos, é o aleitamento humano exclusivo até os seis meses.
Já na impossibilidade de amamentar, o uso de fórmula infantil adequada, para diferentes faixas etárias, também ajuda a proteger.
Na fase da introdução alimentar, os pais ou responsáveis pela criança, não devem restringir alimentos com potencial alergênico, pois entre os 6 e 9 meses, há uma janela imunológica no organismo do bebê.
Esse período indica que ele está mais preparado para receber alimentos, guardar na memória a composição e evitar que o corpo interprete como um agente agressor, em outro momento da vida.
A alergia alimentar é para sempre?
Isso depende do alimento envolvido. Por exemplo: a alergia ao leite, ovo, trigo e soja, na maioria dos casos desaparecem, espontaneamente, até os 20 anos de idade.
Caso continue, a pessoa possui a alergia ao leite, chamada de APLV (alergia a proteína do leite de vaca), e alergia ao glúten, considerada doença celíaca.
Já o amendoim, as castanhas, os peixes e os frutos do mar, a alergia pode persistir pela vida toda.
Por isso, é importante o acompanhamento médico e nutricional, e excluir os alimentos alergênicos da alimentação, pois mesmo em pequenas quantidades, a pessoa alérgica pode ter reações graves e chegar a óbito.
Dicas:
Confira o rótulo dos alimentos
1. Leia o rótulo dos alimentos com atenção;
2. Prepare em casa algumas receitas com as substituições necessárias;
3. Quando estiver em viagem ou passeio, pergunte como é feita a preparação no local onde for comer ou, caso compre, leia o rótulo do produto para ter certeza de que é isento do alimento que causa a alergia.
Para ajudar na alimentação com opções sem glúten, ovo, leite e derivados, o Alimente-se Bem separou diversas receitas:
A estação mais fria do ano começou! O inverno divide opiniões, pois uns gostam e outros nem tanto. O fato é que o corpo gasta mais energia para manter a temperatura, o que faz aumentar o apetite. Nesta época, chocolate quente, fondue, massas, feijoada, entre outras preparações fazem parte do cardápio. Entretanto, o alerta é …
A estação mais fria do ano começou! O inverno divide opiniões, pois uns gostam e outros nem tanto. O fato é que o corpo gasta mais energia para manter a temperatura, o que faz aumentar o apetite.
Nesta época, chocolate quente, fondue, massas, feijoada, entre outras preparações fazem parte do cardápio. Entretanto, o alerta é para evitar o exagero, pois algumas são muito calóricas e causam ganho de peso.
Com isso, alguns alimentos, mais saudáveis e chamados de termogênicos, podem ajudar a manter o corpo aquecido e trazer benefícios à saúde. São eles:
Alimentos termogênicos
Café e canela ajudam a aquecer o corpo
Café: Contém cafeína e é um dos termogênicos naturais mais famosos, bem como aumenta a temperatura corporal e proporciona energia e disposição.
Canela: Com sabor adocicado e marcante, a canela possui um composto chamado cinamaldeído que estimula o metabolismo. Ela pode ser usada em chás, sucos e receitas variadas.
Pimenta: A pimenta vermelha é rica em vitaminas A e C, e possui o composto capsaicina que auxiliam na digestão e circulação sanguínea.
Cacau: A fruta contém cafeína e teobromina que ajudam no humor e no funcionamento do intestino. Ao consumir, escolha chocolates com maior quantidade de cacau para obter esses benefícios.
Chás: Possuem antioxidantes e ajudam na hidratação, mas cuidado com a quantidade de açúcar adicionada.
Caldos quentes e sopas: São muito consumidos e podem ser preparados com partes não convencionais dos alimentos, como talos, folhas e cascas.
Para isso, o Alimente-se Bem selecionou algumas sugestões:
Receitas
Prefira os alimentos da safra no preparo das refeições
Utilize o aproveitamento integral em sopas e caldos
Use um ou dois tipos de folhas, dois tipos de legumes e temperos naturais, pois, são fontes de fibras, vitaminas e minerais. Quanto mais colorida a preparação, maior a variedade de nutrientes;
Escolha alimentos que forneçam energia, como macarrão, arroz, mandioca, batata ou mandioquinha;
Adicione uma fonte de proteína magra que pode ser carne (todos os tipos), ovos ou leguminosas (feijão, lentilha, grão-de-bico ou ervilha). A proteína aumenta a saciedade e, com as fibras, evita o consumo de quantidades grandes em uma única refeição;
Mastigue! Apesar da sopa ser um alimento de fácil de engolir, a mastigação contribui com a saciedade e regula o apetite;
Consuma cremes com moderação, pois, geralmente, são adicionados queijos, creme de leite e ingredientes espessantes, como farinhas, féculas e amidos;
Evite o consumo de sopas prontas, pois contêm quantidades elevadas de sódio e gorduras na composição.
Curiosidades sobre as sopas
Sopa é um nome que deriva do verbo alemão suppen (sorver). Assim, originou a soup inglesa, a zuppa italiana, a soupe francesa e a sopa portuguesa;
Possui origem europeia e as variações foram inspiradas em caldos simples e concentrados com peixes, carnes, aves e vegetais;
A partir do século XIX, a sopa começa a ser mais apreciada no Ocidente e surge opções com ingredientes regionais.
Orientações para o inverno
Mesmo no inverno é indicado beber 2 litros de água por dia
Durante a estação, o consumo de salada diminui. Uma opção é refogar as verduras e cozinhar, grelhar ou assar os legumes;
Algumas hipóteses dizem que a pouca exposição ao sol, no inverno, baixa os níveis de serotonina, que é um hormônio associado ao humor e ao controle do apetite. A redução desses níveis aumenta a vontade de consumir carboidratos e açúcares, devido proporcionar sensação de prazer e bem-estar. Com isso, é importante evitar o consumo excessivo desses alimentos;
Os dias frios deixam a pele mais sensível e os banhos longos, com água muito quente, retiram a oleosidade natural. Para diminuir esses efeitos, é importante manter a hidratação com o consumo, em média, de 2 litros de água por dia;
No inverno, nada melhor que uma bebida quentinha e nutritiva! A sugestão é apostar no leite, que é fonte de proteínas e de cálcio (essencial à saúde dos ossos). Entretanto, prefira as opções com menor teor de gordura. Para preparar o chocolate quente utilize cacau em pó 100%, ou chocolate amargo, com alto teor de cacau (70% ou mais);
Manter uma boa alimentação aumenta a imunidadee previne doenças características da estação, como gripes, resfriados e crises alérgicas, principalmente em crianças e idosos;
Além da alimentação, é importante praticar atividades físicas, pois os exercícios aquecem e contribuem para o alongamento do corpo, bem como diminuem dores musculares comuns no frio e queimam mais calorias.
Cuide-se durante a estação, prepare as receitas e compartilhe o conteúdo!
Em 2022, ocorreu a mudança da lei de rotulagem de alimentos no Brasil, com as novas regras estabelecidas e publicadas na RDC N° 429, e que entraram em vigor em 9 de outubro de 2022. Quase dois anos se passaram e o prazo para adequações nos rótulos dos alimentos encerrou, em 22 de abril de …
Quase dois anos se passaram e o prazo para adequações nos rótulos dos alimentos encerrou, em 22 de abril de 2024.
Exceto para os pequenos produtores e de bebidas não alcoólicas em embalagens retornáveis, que terão até outubro de 2024 e outubro de 2025, respectivamente, para se adequarem à nova rotulagem.
Tabela nutricional
Observe se no lugar do açúcar está incluído adoçantes que também devem ser consumidos com moderação
Na hora da compra, o custo e a praticidade são critérios que podem influenciar em uma alimentação saudável.
Porém, como ter um olhar além do preço e da embalagem para escolher qual é a melhor opção do ponto de vista nutricional?
Os nutrientes destacados nos selos frontais alertam para doenças, como obesidade, hipertensão e dislipidemia, que, atualmente, são consideradas um dos maiores problemas de saúde pública no mundo.
Esses selos têm o objetivo de o consumidor identificar, facilmente, quais alimentos possuem excesso de nutrientes, que fazem mal à saúde, e ajudar nas escolhas alimentares mais conscientes.
Outro ponto, é considerar os selos com a lupa, que indicam o alto teor de açúcar adicionado (acrescentado no processamento dos alimentos), sódio (sal) e gordura saturada (sinalizados na rotulagem frontal). Quanto menor for esses valores, melhor.
Entretanto, é importante verificar se no lugar de açúcar não está incluído adoçantes, como sucralose, stévia, aspartame, entre outros, que devem ser consumidos com moderação.
Por isso, a Anvisa estabeleceu as quantidades máximas dos nutrientes. Veja na tabela abaixo os pontos de corte para o alto teor de nutrientes.
Alto teor
Alimentos sólidos e semissólidos
Alimentos líquidos
Açúcar adicionado
15 g ou mais por 100 g de alimento
7,5 g ou mais por 100 ml de alimento
Gordura saturada
6 g ou mais por 100 g de alimento
3 g ou mais por 100 ml de alimento
Sódio
600 mg ou mais por 100 g de alimento
300 mg ou mais por 100 ml de alimento
Fonte: Anvisa
Os alimentos que ultrapassarem esses “pontos de corte'' devem, obrigatoriamente, exibir o selo com uma lupa acompanhado da expressão “alto em” e da identificação do nutriente excedido, como mostra a figura.
Modelos de rotulagem frontal para alimentos com alto teor de três nutrientes*
Verifique a ordem dos ingredientes, pois os primeiros contêm mais quantidades
Geralmente, abaixo das tabelas estão descritos os ingredientes da preparação. Eles seguem uma ordem crescente, o primeiro ingrediente possui maior quantidade e assim por diante.
Por exemplo, se você está em dúvida sobre qual pão de forma comprar e a ordem dos ingredientes for: farinha de trigo integral, açúcar, óleo e farinha de trigo enriquecida com ferro (branca), isso indica que o alimento possui mais farinha de trigo integral do que os demais ingredientes.
Em seguida, é importante verificar se contém mais ou menos conservantes, pois pode fazer diferença, como:
Ao escolher um iogurte, há opções integrais com apenas dois ingredientes (leite e fermento lácteo);
Outras opções possuem muito mais ingredientes, com nomes que não reconhecemos como alimentos. Esses nomes estranhos indicam adição de corantes e conservantes artificiais (aditivos alimentares).
Por isso, prefira consumir os que tem menor quantidade de ingredientes.
Se gostou do conteúdo, compartilhe e observe os rótulos na hora da compra!
O mês de maio é dedicado ao aleitamento materno. Essa prática é fundamental para o crescimento e o desenvolvimento da criança, e, atualmente, o Ministério da Saúde sugere que o termo seja chamado de aleitamento humano. A proposta está associada a inclusão do grupo LGBTQIA+ e a doação de leite humano às mães que não …
O mês de maio é dedicado ao aleitamento materno. Essa prática é fundamental para o crescimento e o desenvolvimento da criança, e, atualmente, o Ministério da Saúde sugere que o termo seja chamado de aleitamento humano.
A proposta está associada a inclusão do grupo LGBTQIA+ ea doação de leite humano às mães que não podem amamentar.
Dessa forma, o aleitamento não se restringe apenas às mulheres hétero cisgênero e, sim, engloba o direito da criança, independente da formação de família.
Aleitamento humano no Brasil
A nomenclatura aleitamento humano é para incluir todos os gêneros
Em 2019 foi publicado, pelo Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (ENANI), um trabalho que mostrou um aumento nas taxas de aleitamento no país:
45,8% de aleitamento exclusivo nos primeiros seis meses;
Metade das crianças brasileiras são amamentadas por mais de 1 ano e 4 meses;
35,5% são amamentadas até os 2 anos de vida.
Nesse mesmo estudo, quase todas as crianças, 96,2%, foram amamentadas alguma vez, sendo que 2 em cada 3 são amamentadas ainda nas primeiras horas de vida, 62,4%.
Em relação a 1986, houve um aumento de mais de 12 vezes da prevalência de amamentação exclusiva para crianças menores de 4 quatro meses.
Metas da OMS
Mesmo com esses bons índices, ainda estamos distantes das metas estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para 2030 que são:
70% na primeira hora de vida;
70% nos primeiros seis meses, de forma exclusiva;
80% no primeiro ano de vida;
60% até os dois anos.
A OMS e o Ministério da Saúde recomendam manter o aleitamento até os 2 anos de idade ou mais, e oferecer apenas o leite humano até o sexto mês de vida.
Isso porque o leite humano é um alimento completo, pois contém nutrientes e substâncias de defesa que não são encontradas em nenhum outro alimento, bem como protege o organismo do bebê.
Benefícios da amamentação
O ideal é a amamentar o bebê até os 2 anos
A amamentaçãoé um dos melhores investimentos à saúde infantil. Ela está associada a redução de doenças crônicas, como alergias, hipertensão, colesterol alto, obesidade, diabetes, diarreia, infecções respiratórias e até mortalidade infantil.
Estudos já apresentaram uma relação positiva entre a amamentação e o desenvolvimento cognitivo e motor da criança:
Adultos que foram amamentados quando crianças possuem 3,4 pontos a mais nos indicadores de cognição. Esse número pode resultar em mais anos de escolaridade e formação.
Desmame e não-amamentação
Com tantos benefícios, já sabemos que a amamentação é o melhor e mais econômico caminho a se seguir. Porém, por que as taxas de desmameou de não-amamentação são elevadas no mundo todo?
As principais causas para o desmame precoce são:
A depressão pós-parto;
O tipo de parto, especificamente o parto cirúrgico;
A falta do contato pele a pele entre a mãe e o recém-nascido;
A criança ter recebido fórmula infantil complementar na maternidade.
Outro fator, é a falta de orientação e apoio:
Dificuldades e dúvidas que surgem nas primeiras horas e nos primeiros dias após o parto e o nascimento do bebê;
Durante o pré-natal e nas maternidades, quando as mulheres têm alguma dificuldade com os cuidados das mamas e o manejo adequado.
A gestação de gêmeos é um fator de desmame precoce
Por fim, algumas condições de saúde da pessoa que amamenta também podem interferir no aleitamento, pois requerem maior cuidado e apoio. São elas:
Alguma deficiência física de quem amamenta;
Dificuldade na produção de leite;
Gestação de gêmeos;
Rotina de cuidados adotada pela maternidade, como uso de chupeta e mamadeira;
Renda familiar;
Retorno ao trabalho, após a licença maternidade.
Com isso, é necessário criar um ambiente favorável para melhorar as práticas de amamentação, como proteção, promoção à saúde e apoio à amamentação em nível individual, institucional e governamental.
Mitos sobre a aparência do leite humano
O leite humano passa por 3 fases
A cor ou a textura do leite não indica que é mais forte ou mais fraco. Isso é mito, pois não existe leite fraco, independente da aparência, o alimento terá os nutrientes em quantidade adequada para cada fase do bebê.
O que ocorre é, durante a amamentação, o leite se transforma e adapta às necessidades dos bebês, por isso ele é dividido em 3 fases:
Colostro: Com aparência transparente ou amarelada, esse primeiro leite contém proteínas e anticorpos, e é fundamental para a proteção do bebê, que mama poucas quantidades e em períodos mais curtos e frequentes.
Leite de transição: Entre o6° e o 15° dia após o nascimento do bebê, o corpo da mulher produz um leite mais denso e volumoso, chamado de leite de transição. O alimento é rico em gorduras boas e carboidratos.
Leite maduro: Começaa ser produzido por volta do 25° dia e possui um aspecto consistente e esbranquiçado. O líquido é composto por proteínas, gorduras boas, carboidratos e outros nutrientes.
Algumas vezes, o leite produzido pode apresentar um maior teor de gordura boas, dependendo da sua alimentação, mas isso não significa que o leite de outras mães seja fraco ou que a nutrição do bebê será prejudicada.
Já às pessoas que tiveram alguma restrição alimentar durante a gestação oucondições de se alimentar adequadamente, é preciso monitorar e repor os nutrientes, se necessário com orientação médica ou nutricional.
No entanto, esse leite será bom para o bebê, pois o organismo reserva tudo que tem de melhor para alimentar a criança.
No caso dos bebês prematuros, o leite da mãe é diferente de uma criança que nasceu da gestação completa. Mesmo assim, esse alimento tão completo fornece a quantidade ideal de nutrientes ao bebê e, inclusive, ajuda na digestão.
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O leite humano é um recurso renovável, produzido especialmente para ser consumido pelos bebês, sem poluição, embalagens ou resíduos.
O Dia das Mães, geralmente, é comemorado em reuniões familiares com almoço em casa ou restaurantes, e mesmo os filhos que não possuem mais suas mães, a data é marcada pela presença feminina. Historicamente, as mães eram as mulheres que assumiam as responsabilidades dos cuidados do lar, do marido e dos filhos. Porém, já faz …
O Dia das Mães, geralmente, é comemorado em reuniões familiares com almoço em casa ou restaurantes, e mesmo os filhos que não possuem mais suas mães, a data é marcada pela presença feminina.
Historicamente, as mães eram as mulheres que assumiam as responsabilidades dos cuidados do lar, do marido e dos filhos.
Porém, já faz algum tempo que essas mulheres conquistaram outros espaços, independente da maternidade ou do estado civil, como a inserção no mercado de trabalho, liderança de equipes e outras atividades.
Mães solos
É importante a rede de apoio na maternidade solo
Outro ponto, é a maternidade solo, como mostra uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas, em 2022.
Os dados apontam que no Brasil, entre 2012 e 2022, o número de domicílios com mães solos cresceu 17,8%, passando de 9,6 milhões para 11,3 milhões, em dez anos.
Já a saúde mental das mães brasileiras é outro dado preocupante, pois um estudo da Escola Paulista de Enfermagem, da Universidade Federal de São Paulo, de 2019, indica que 1 a cada 5 mães sofre ou já sofreu de depressão pré-natal.
A saúde mental está relacionada ao estado emocional, psicológico e bem-estar dessas mulheres, que podem influenciar os sentimentos e o comportamento de gestantes ou puérperas.
A mãe que recebe apoio e compartilhamento de tarefas e responsabilidades, da família, amigos ou profissionais de saúde, consegue seguir essa jornada de forma mais leve, assim como recomenda a Sociedade Brasileira de Psiquiatria.
Alimentação e maternidade
Companheiro, família e amigos podem ajudar nas tarefas domésticas
Embora seja uma das prioridades manter uma alimentação saudável ao longo da vida, inclusive na maternidade, essas mulheres não se alimentam como deveriam.
Algumas deficiências nutricionais são mais altas em mulheres com filhos entre 0 e 5 anos, do que em mulheres com filhos maiores ou sem filhos.
De acordo com um relatório divulgado pela Unicef em 2023, o número de adolescentes e mulheres grávidas, e lactantes que sofrem de desnutrição aguda, passou de 5,5 milhões para 6,9 milhões, desde 2020.
Esse aumento foi de 25%, em 12 países, mais atingidos pela crise alimentar e nutricional mundial.
Diversos fatores são responsáveis por isso, como a desigualdade de renda, o acúmulo de tarefas domésticas, muitas horas de trabalho e a falta de tempo.
Com isso, neste Dia das Mães, o Alimente-se Bem incentiva para que a família apoie essas mulheres na organização das refeições diárias e no preparo das receitas deste dia.
Cardápios para o almoço de Dia das Mães
Planeje o cardápio com antecedência para curtir cada momento
A chegada do outono é marcada pelo início da colheita, devido ao aumento dos ventos, à redução das chuvas, temperatura e umidade do ar, e a variedade de alimentos que estão no final do ciclo produtivo. Porém, a transição de estação, do verão para o outono, pode afetar alguns aspectos da rotina, incluindo a alimentação. …
A chegada do outono é marcada pelo início da colheita, devido ao aumento dos ventos, à redução das chuvas, temperatura e umidade do ar, e a variedade de alimentos que estão no final do ciclo produtivo.
Porém, a transição de estação, do verão para o outono, pode afetar alguns aspectos da rotina, incluindo a alimentação.
Por isso, o Alimente-se Bem listou 10 dicas para você adaptar o dia a dia durante essas mudanças sazonais:
1 - Tenha uma alimentação variada
Sempre que possível, compre os vegetais dos produtores locais
A alimentação equilibrada é aliada à saúde em qualquer época do ano.Portanto, inclua na rotina o consumo de frutas variadas, vegetais, grãos integrais, proteínas magras e gorduras saudáveis.
2 - Hidrate-se
Assim como no verão, nas estações mais frias, é importante manter-se bem hidratado, mesmo que não sinta tanta sede, pois o clima seco do outono pode causar ressecamento na boca, nariz e garganta, e facilitar o surgimento de infecções e alergias.
Inclua alimentos ricos em vitaminas e minerais, como frutas cítricas (ricas em vitamina C), alho, gengibre e vegetais de folhas verdes, para aumentar a imunidade.
5 - Coma com consciência
É normal sentir mais fome em épocas com temperatura baixa, pois o corpo precisa de mais energia para manter-se aquecido e combater as infecções que podem surgir nesse período.
Por isso, é importante praticar a alimentação consciente ou mindful eating, que é prestar atenção nas sensações físicas, como fome e saciedade, e nos pensamentos e nas emoções, enquanto come, para ter uma experiência alimentar mais agradável, saudável e sem exageros.
6 - Pratique atividade física
Inclua a atividade física na rotina
A prática regular de exercícios físicosaumenta a imunidade e contribui com as células T, um tipo de glóbulo branco que protege o corpo contra infecções. No entanto, é importante se exercitar com moderação, pois atividades muito rigorosas podem ter um efeito contrário e enfraquecer o sistema imunológico.
7 - Consuma alimentos quentes e reconfortantes
Nos dias mais frios da estação, inclua alimentos quentes, como sopas, caldos e chás, para ajudar a temperatura do corpo. Invista em ingredientes mais saudáveis no preparo das sopas e diminua o sal e as gorduras. Já nos chás, evite a adição de açúcar.
8 - Mantenha a qualidade do sono em dia
Uma boa noite de sono possui bons efeitos ao longo do dia
Dormir bem fortalece a imunidade e mantém a saúde, pois o sono é regulado por neurotransmissores e hormônios que operam em harmonia, para ajudar a evitar que fatores externos não atrapalhem o dia.
Quando a pessoa está acordada, a energia e os processos metabólicos se dedicam às atividades diárias, como pensar, andar e falar, por exemplo.
9 - Evite excessos
Diminua o consumode alimentos processados, açúcares refinados, alimentos ricos em gorduras saturadas e bebidas alcoólicas, independente da estação.
10 - Consulte um profissional
Em caso de dúvidas sobre a alimentação, consulte um nutricionista para orientações individualizadas.
Compartilhe o conteúdo e se cuide em todas as estações do ano!
Ar livre, verão, carros alegóricos, blocos, máscaras, fantasias e diversas manifestações folclóricas fazem o Brasil entrar em ritmo de festa durante o Carnaval. A folia envolve encontro de amigos, alegria, agitação e diversão, mas é preciso ficar atento quanto a alimentação equilibrada e nutritiva, que é rica em água, vitaminas e minerais. Consumo de água …
Ar livre, verão, carros alegóricos, blocos, máscaras, fantasias e diversas manifestações folclóricas fazem o Brasil entrar em ritmo de festa durante o Carnaval.
A folia envolve encontro de amigos, alegria, agitação e diversão, mas é preciso ficar atento quanto a alimentação equilibrada e nutritiva, que é rica em água, vitaminas e minerais.
Consumo de água
A média de consumo de água diário é de 2 litros
Nesse período, com o calor intenso, também ocorre maior gasto de energia e perda de líquidos e minerais, por meio do suor.
Por isso, é necessário aumentar o consumo de água. Os adultos saudáveis e sem qualquer restrição devem beber de 2 a 3 litros de água por dia.
Porém, essa quantidade é influenciada pela idade, peso, temperatura (corporal e externa) e atividade física.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) orienta que para estimar a quantidade de água diária necessária é só multiplicar o seu peso atual por 35 ml.
Por exemplo: uma pessoa de 70 kg deve beber uma cerca de 2,5 litros de água (35 ml x 70 kg = 2.450ml).
Consumo de suco
A sede é um dos mecanismos mais importantes para manter o equilíbrio hídrico do organismo.
Quando o corpo precisa de água, os centros nervosos da parte central do cérebro são acionados e dão a sensação de sede, mas é importante não esperar sentir sede para beber água. Uma opção é sempre ter uma garrafa de água por perto.
Já para quem tem dificuldade de ingerir a quantidade recomendada, uma dica é saborizar a água com frutas, especiarias ou ervas, como uma forma de estimular o consumo e evitar a desidratação.
Além da água mineral ou saborizada, os sucos de fruta natural e a água de coco também auxiliam na hidratação.
Aproveite as cascas das frutas para preparar sucos
Os sucos naturais possuem vitaminas e minerais e, na hora de fazer, use água filtrada ou mineral, higienize as frutas, diminua o excesso de açúcar e, de preferência, beba logo após o preparo para não perder os nutrientes.
Durante a folia, o consumo de bebidas alcoólicas e refrigerantes é bastante comum.
O álcool inibe o hormônio antidiurético e impede que os rins retenham água, o que contribui para a desidratação, pois o corpo perde mais água que o habitual.
Já os refrigerantes, que contêm grande concentração de açúcar e alguns com cafeína, também tem o potencial diurético. Por isso, devem ser ingeridos com moderação e nunca em substituição à água para “matar a sede”.
Desidratação
A desidratação ocorre quando a quantidade de perda de líquidos é maior que a reposição no organismo.
Entre os sintomas estão:
Mal-estar e fraqueza;
Ressecamento de mucosas, como olhos, nariz e boca;
Longos períodos sem urinar e, quando urina, há alteração da cor para amarelo escuro;
Aumento da irritabilidade.
Para prevenir a desidratação, além de ingerir água, use roupas adequadas para a estação e permaneça em ambientes bem arejados e, quando possível, na sombra.
Mais dicas para curtir a folia
As frutas possuem diversos nutrientes
O Alimente-se Bem separou algumas dicas aproveitar o Carnaval de forma saudável:
Consuma alimentos in natura ou minimamente processados: uma variedade maior de alimentos frescos, como frutas, verduras e legumes são fontes de vitaminas, minerais, fibras e água;
Faça cerca de 5 refeições ao dia: opte por alimentos e preparações mais leves, e utilize com moderação açúcares, sal e gorduras;
Prefira carnes magras: dê preferência a pratos assados, grelhados, cozidos em água ou vapor.
Lembre-se: uma alimentação equilibrada, combinada com a hidratação adequada, contribui para a melhoria da qualidade de vida, nessa e em todas as épocas do ano.
A volta às aulas é sempre um período de adaptação da rotina, tanto para as crianças quanto para os pais. O momento envolve a compra de materiais e uniformes, o transporte e a alimentação, como a elaboração das lancheiras, que devem ser preparadas todo dia. Para ajudar os pais ou responsáveis, o Alimente-se Bem separou …
A volta às aulas é sempre um período de adaptação da rotina, tanto para as crianças quanto para os pais.
O momento envolve a compra de materiais e uniformes, o transporte e a alimentação, como a elaboração das lancheiras, que devem ser preparadas todo dia.
Para ajudar os pais ou responsáveis, o Alimente-se Bem separou algumas dicas, a fim de tornar a tarefa mais fácil, prática e saudável.
1. Escolha alimentos in natura
Higienize as frutas antes de colocar na lancheira
Esses alimentos garantem à criança uma refeição nutricionalmente adequada, em relação ao ganho de vitaminas, minerais e fibras.
Em contrapartida, os alimentos ultraprocessados, como biscoitos, salgadinhos, sucos de caixinha e refrigerantes contêm grande quantidade açúcar, sal, gordura e corantes que podem causar, para algumas crianças, reações alérgicas e outros problemas de saúde.
Por isso, uma boa escolha é as frutas e algumas delas podem ser consumidas de forma prática, como banana, maçã, uva, pera e pêssego. Já outras, como abacaxi, melão e manga precisam ser cortadas com antecedência.
2. Envolva a criança
Preparar a lancheira juntos pode ser uma oportunidade de aumentar as habilidades manuais e gerar senso de responsabilidade na criança, bem como curiosidade e vontade de experimentar os alimentos na hora do lanche.
Esse processo pode ser feito de várias formas e compatíveis com a idade da criança:
Preparar a lancheira juntos é uma forma de criar um momento lúdico
Envolve-la em alguma preparação culinária, por exemplo o patê para passar no pão;
Estimular a colocar os alimentos na lancheira e tirá-los, quando chegar da escola;
Para saber dobre a aceitação da preparação, quando a criança chegar em casa, converse se gostou dos alimentos e como foi a hora do lanche;
Permitir que a criança escolha o lanche, mas a ideia é mostrar dois alimentos saudáveis, do mesmo grupo de alimentos, por exemplo: Você prefere levar maçã ou banana?
3. Cuidado com as porções
As porções devem ser compatíveis com a idade e o apetite da criança, para que ela se sinta saciada ao realizar atividades, como brincar e estudar.
Uma dica é observar a quantidade de alimentos que retorna na lancheira, caso não volte, pergunte a criança se é necessário enviar mais.
É importante que os alimentos estejam conservados e seguros no momento do consumo. Uma opção é colocá-los em lancheiras térmicas, gelos recicláveis e potes com vedação adequada.
Para inspirar, o Alimente-se Bem preparou uma sugestão de cardápio semanal*